Nascido Gay? (John S. H. Tay)

Nascido Gay? (John S. H. Tay)

O livro Nascido Gay? (John S. H. Tay) da Editora Central Gospel trata sobre o homossexualismo através da biologia.

Sinopse do livro Nascido Gay?

Este livro trata sobre a afirmação dos homossexuais e defensores do homossexualismo de que uma pessoa nasce gay, além de questionamentos sobre a aceitação política e pública.

Após 20 anos de pesquisas, o autor debate sobre o homossexualismo com simplicidade e clareza, esclarecendo as dúvidas sobre a homossexualidade comportamental e de fatores genéticos.

Características

Título: Nascido Gay?
Autor: John S. H. Tay
Editora: Central Gospel
ISBN: 978-85-7689-225-0
Páginas: 180
Tamanho: 16 x 23 cm

Download do ebook

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16 thoughts on “Nascido Gay? (John S. H. Tay)

  1. nascido gay? não ninguem nasce gay , todo homem tem natureza de atraçao para mulher , esse livro deve arrebentar a boca do balão e sentar o sarrafo no homossexualismo ,muito bem, obra boa do autor!!!!!

  2. deve ser interessante o livro, mas axo que sim, existem pessoas homens e mulheres que nascem gay, pois, nao exister opção sexual, a pessoa nao escolher de qual sexo gostar, ela nasce e desenvolver desejo sexo por institio natureza dela, eu nao escolhi gostar de mulheres nasci gostando, como isso pode ser uma opção se eu nao pode escolher nasci assim ???

    • Hummm….

      Então pedófilos dirão que nasceram com a vontade ?????????????

      Ladrões também ??????????????

      Assassinos tb ??????????????

      Nasci ladrão, nasci assassino, é meu instinto natural, não escolhi ser assim…. ahãm…..

      Políticos corruptos agora estão à vontade hein?

      Cada uma…..

      • Se a homossexualidade fosse uma condição biológica produzida inescapavelmente pelos gens (como a cor dos olhos), então se um gêmeo idêntico fosse homossexual, em 100% dos casos seu irmão seria também.

        • Sim

          Realmente, há uma verdade nisso. O que a ciência fala é que a condição genética é um dos fatores, mas não o único.

          Vendo desta forma, o que você falou faz total sentido. O que ciência já mostrou é que:

          1: Se você tem um irmão gay, as chances de você ser gay são bem maiores do que se seu irmão fosse hetero.

          2: A correlação entre gemeos univitelinos gays é bem maior do que a correlação entre irmãos gays. Essa observação foi o inicio dos estudos que correlacionam homosseuxalidade à genetica.

          No final das contas, o que você disse está certo, mas numa interpretação mais clara a respeito de influencia genetica, que nunca foi 100% deterministica.

  3. Coitado do Joel ele deve esta com algum problema!para escrever tal frase a qual impôe sua opinião e não opina, e olha que ele esta num site que vende produtos gospel.”Ótima representação do amor de Deus”!Dá até vontade de ler o livro pois ja vira clichê saber a cabeça do público que curte e principalmente o autor que já começa generalizando as coisas pela sinopse.

  4. TEORIA DO “PSICOLOGO” SILAS E OUTROS PSICOLOGOS HOMOFÓBICOS E RELIGIOSOS, VAI POR RALO ABAIXO:
    VEJA VÍDEO POSTADO EM SITE EVANGELICO:
    noticias.gospelmais.com.br/ex-pastor-grupo-ajuda-homossexuais-assume-gay-26952.html#comments
    FIQUEM NA PAZ !!

    • Se você já leu o livro, seu comentário deve ser observado com afinco, mas se você esta comentando do que nem mesmo leu… então provavelmente você jugou o Livro TODO pela capa.
      Ouça mais… pesquise… vá em busca da verdade, mesmo que ela venha mostrando que não é como a maioria pensa ou até mesmo como talvez você pensa, vá em busca da verdade, ela espera por você.
      O Livro “NACIDO GAY?”Não defende Ideologias, apenas mostra evidencias cientificas serias.

  5. ninguém é capaz de contrapor honestamente este estudo biblico? usando legitimamente a biblia? eu gostaria muito de ver os grandes lideres das milhares de igrejas tendo que prestarem contas de suas riquezas e patrimonios, justificando a origém de seus milhoes… claro que todos sabemos a origém, nao é? saem do bolso de milhoes de pobres que sao enganados e explorados todos os dias…

    O que os lideres das igreja deveria ensinar sobre o dízimo, mas faz questão de esconder?
    que O dizimar não é uma doutrina cristã

    Um ensaio por Russell Earl Kelly, Ph.D. Doutorado em teologia.

    Pastor da igreja batista. Estados unidos das Américas.

    INTRODUÇÃO:

    O seguinte estudo é apenas um resumo do livro, do Doutor Russel Kely “Tem a Igreja o direito de cobrar o Dizimo?” As conclusões de um teólogo no tocante a uma doutrina tabu. O livro em si é uma versão maior de minha tese de doutorado e cátedra Ph.D. desafio aos educadores bíblicos a serem honestos, que abram seus níveis de investigação em seus seminários e promovam estudos sobre este tema nos níveis de magistério, doutorado e catedrático. Esta doutrina falsa e exploradora, é demasiado importante para passá-la por verdadeira. Sendo uma mentira conveniente,

    Em todas as igrejas de hoje a falsa doutrina do dízimo se converteu em todo um escândalo. Por um lado, a maioria dos livros de texto a nível de seminário referentes à teologia sistêmica e a hermenêutica escritos por eruditos de muita preparação omitem o tema do dízimo, e por outro lado, a prática rapidamente está a se converter num requisito para ser membro nas mesmas denominações que dizem fazer questão de doutrinas fundamentadas na Bíblia, neste caso, existe uma demagogia clara, Também há mais e mais provas de que leigos que questionam a legitimidade de dizimar sob o Novo testamento, são criticados e desprezados como polemistas ou cristãos fracos. Líderes cristãos sinceros sempre devem estar dispostos a um diálogo aberto em torno da Palavra de Deus. A recusa em tratar o assunto so mostram que enganam o povo do senhor, intencionalmente de ma fé…

    O Dízimo Moderno Fundamenta-se Sobre Muitas Falsas Premissas

    O que ensinam todas as denominações que cobram dízimo se resume na declaração de certa denominação quanto à mordomia. Diz que “o dízimo é a mínima norma bíblica e que o ponto de partida estabelecido por Deus não deve ser substituído ou comprometido por nenhuma outra norma.” Acrescenta que o dízimo é do ganho líquido pago à igreja antes que se calcule o imposto público sobre o ganho.

    Os seguintes itens neste estudo delineiam um contraste entre os falsos ensinos que se utilizam para apoiar o dízimo com o que a Palavra de Deus diz verdadeiramente.

    Item #1: Os Princípios da doação voluntaria em 2ª coríntios 8 e 9 não Têm nada a Ver Com o Dízimo. No novo testamento não se cobrava nenhuma espécie de taxa fixa,(Dizimo) mas so voluntario. Com respeito à igreja, claro…

    O falso ensino é que o dízimo é uma expectativa divina obrigatória a qual sempre precede a dadivosidade de livre vontade.

    A dadivosidade de livre vontade existia dantes do dízimo. Os seguintes princípios do Novo Pacto no tocante à dadivosidade de livre vontade encontram-se em 2 Coríntios, capítulos 8 e 9:

    (1) A dadivosidade é uma “graça.” Estes capítulos usam a palavra grega para “graça” oito vezes em torno da ajuda para os santos pobres.

    (2) Primeiro há que fazer a dádiva de um mesmo a Deus (8:5).

    (3) Há que se dar a conhecer a vontade de Deus (8:5).

    (4) Há que dar em resposta ao dom de Deus (8:9).

    (5) Há que dar por razão de um desejo sincero (8:8, 10, 12; 9:7).

    (6) Não há que dar porque o manda algum mandamento (8:8, 10; 9:7).

    (7) Há que dar mais do que se possa (8:3, 11, 12).

    (8) Há que dar para produzir igualdade. Isto quer dizer que os que têm mais devem dar mais a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar tanto (8:12-14).

    (9) Dar com gozo (8:2).

    (10) Há que dar pelo desejo de crescer mais espiritualmente (9:8, 10, 11).

    (11) Há que se dar porque se está a escutar a pregação do evangelho (9:13).

    Item # 2: Na Palavra de Deus o Dízimo Sempre foi em Alimento! No período que ele foi exigido, hoje nem isso é.

    O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluia TODO tipo de ganho.

    Utilize a Palavra de Deus para definir o que é “o dízimo.” Não utilize um dicionário secular! Abra uma concordância bíblica completa e descobrirá que a definição que usam os promotores do dízimo está equivocada. Na Palavra de Deus o “dízimo” não aparece por si só de forma alguma. mesmo que já o dinheiro existisse antes do dízimo, a forma original do “dízimo” de Deus nunca foi em dinheiro. Era o “dízimo de alimento.” Isto é muito importante: O verdadeiro dízimo bíblico sempre foi somente em forma de alimento da terra e das manadas somente dos israelitas, quem viviam somente dentro da Terra Santa de Deus, dentro da fronteira nacional de Israel. O aumento recolhia-se do que Deus tinha produzido e não pela habilidade ou perícia humana.

    Há 15 versículos tomados de 11 capítulos e 8 livros, desde Levítico 27 até Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais (reafirmo), jamais incluiu dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa que não fosse alimentos tomados dentro de Israel! No entanto, a definição equivocada do “dízimo” é a que se segue pregando como o maior erro tocante ao dízimo hoje! (Veja-se Lev. 27:30, 32; Núm. 18:27, 28; Deut. 12:17; 14:22, 23; 26:12; 2ª Crô. 31:5, 6; Nee. 10:37; 13:5; Mal. 3:10; Mat. 23:23; Luc. 11: 42).

    Item #3: O Dinheiro Era um valor muito utilizado, porem Não Dizimado, nem aceito por Deus, como dizimo.

    A falsa premissa é que o escambo de alimentos geralmente substituía o dinheiro.

    Um argumento a favor de dizimar com bens não alimentícios é que o dinheiro não era universalmente disponível e para a maioria dos intercâmbios se usava a escambo de alimentos. Este argumento não é bíblico. Gênesis, por si só, utiliza a palavra “dinheiro” em 32 textos e a palavra ocorre 44 vezes antes que se mencione o dízimo pela primeira vez em Levítico 27. A palavra shekel também aparece com freqüência desde o Gênesis até Deuteronômio.

    De fato, séculos antes que Israel entrasse em Canaã e começasse a dizimar os alimentos da terra santa de Deus, o dinheiro era um bem indispensável diariamente. Por exemplo, havia dinheiro em forma de shekels para o pagamento por escravos (Gên. 17:12+); terra (Gên 23:9+); liberdade (Êxo. 23:11); multas judiciais (Êxo. 21; 22); resgates do santuário (Êxo. 30:12+); votos (Lev. 27:3-7); impostos do censo (Núm. 3:47+), bebidas alcoólicas (Deut. 14:26) e dote matrimonial (Deut. 22:29).

    De acordo com Gênesis 47:15-17 o alimento se usava em escambo somente depois que se tinha esgotado o dinheiro. A palavra de Deus em Levítico define leis bancárias e de usura ainda antes do dízimo. Portanto, o argumento de que o dinheiro não prevalecia o suficiente para o uso diário é falso. No entanto, o dízimo, em si, nunca incluía dinheiro em efetivo de bens não alimentícios, como outros produtos e negócios.

    Item #4: O Dízimo de Abraão a Melquisedeque Manifestava Uma Tradição Pagã.

    O falso ensino é que Abraão dava livremente de seus dízimos porque era a vontade de Deus.

    Pelas seguintes razões não se pode usar a Gênesis 14:20 como um exemplo para que os cristãos dizimem:

    (1) A Bíblia não diz que Abraão deu “livremente” este dízimo.

    (2) A dádiva de Abraão NÃO foi um dízimo santo da terra santa de Deus recolhido pelo povo santo de Deus de acordo ao santo pactuo antigo de Deus.

    (3) O dízimo de Abraão foi somente do despojos da guerra e era de rigor em muitas nações, ele não foi o inventor do dizimo, mas era uma tradição idolatra.

    (4) Em Números 31, Deus somente exigiu 1% do despojos da guerra.

    (5) O dízimo de Abraão a Melquisedeque foi um evento que se registrou somente uma vez.

    (6) O dízimo de Abraão não foi de seus bens pessoais.

    (7) Abraão não guardou nada para si mesmo; ele devolveu tudo.

    (8) O dízimo de Abraão não se usa como exemplo em nenhum lugar da Bíblia em apoio do dízimo.

    (9) Gênesis 14, versículo 21 é o texto chave. Já que a maioria dos comentários bíblicos explica o versículo 21 como um exemplo de uma tradição árabe pagã, é uma contradição explicar 90% do versículo 21 como pagão, e ao mesmo tempo insistir que os 10% do versículo 20 era a vontade de Deus.

    (10) Se Abraão é um exemplo para que os cristãos lhe dêem 10% a Deus, então também deve ser exemplo aos cristãos para que lhe dêem os outros 90% a Satanás, ou ao rei de Sodoma!

    (11) Já que eles mesmos eram sacerdotes, nem Abraão nem Jacó tinham que manter um sacerdócio levítico; portanto provavelmente deixavam alimentos para os pobres em seus altares.

    Item #5: O Primeiro Dízimo Chegava às Mãos dos Servos dos Sacerdotes.

    O falso ensino é que os sacerdotes do Antigo Testamento recebiam tudo do primeiro dízimo. Mentira, quem recebia era os levitas.

    O povo não levavam nenhum dizimo para o templo, pra casa do tesouro, mas em suas cidades onde plantavam e colhiam é que eram entregue aos levitas que ali moravam. Pois os levitas receberam 48 cidades espalhadas em todas as tribos. Nm 35 v 1-8, Js 21 v 33-41. E la nas cidades onde os levitas residiam e recolhiam os dízimos anualmente, um representante dos sacerdotes compareceria para pegar a parte que a eles era destinadas e levalas à casa do tesouro. Nem 10 v 37-38b.

    O dízimo “inteiro”, o primeiro dízimo, de jeito nenhum chegava aos sacerdotes. De acordo com Números 18:21-24 e Neemias 10:37b, ia aos servos dos sacerdotes, os levitas. E de acordo com Números 18:25-28 e Neemias 10:38, os levitas davam o melhor “dízimo deste dízimo” (10%) do que recebiam aos sacerdotes que ministravam o holocausto pelo pecado e serviam nos lugares santos. Os sacerdotes não dizimavam.

    Também é importante se dar conta que, por causa do recebimento destes dízimos, tanto os levitas como os sacerdotes renunciavam a todo direito de receber terras por herança dentro de Israel (Núm. 18:20-26; Deut. 12:12; 14:27, 29; 18:1, 2; Jos. 13:14, 33; 14:3; 18:7; Eze. 44:28). Ainda, se no novo testamento existissem os dízimos semelhante ao velho testamento primeiramente iriam aos diáconos que representam melhor (levitas) para que ajudassem aos pregadores e para a manutenção dos edifícios. Mas não existe este mandamento hoje.

    Item #6: “Será Santo ao Senhor” Não Designa ao Dízimo Como Uma Norma Moral Eterna.

    O falso ensino é que Levítico 27:30-33 comprova que o dízimo é uma “norma moral eterna” porque “é santo ao Senhor.”

    As frases “será santo ao Senhor” e “será santíssimo ao Senhor” são de uso comum em Levítico. No entanto, o uso destas mesmas duas frases em Levítico foi descartado pelos cristãos desde há muito tempo. Estas frases se usavam para descrever todos os dias de festas, as oferendas dos holocaustos, os alimentos limpos, os sacerdotes do pacto antigo e o santuário do pacto antigo. Se a frase “santo ao senhor” torna o Dizimo valido para hoje, as demais coisas precedidas da mesma frase, também o será. Leiam-se particularmente os versículos 28 e 29 do mesmo capítulo. Pegar a questão dos dízimos e recusar os outros é uma hipocrisia grosseira.

    Ainda que o “dízimo do dízimo” (10%) que era entregue aos sacerdotes era o “melhor” do que recebiam os levitas, o dízimo que recebiam os levitas era somente “uma décima parte” e não era do “melhor” (Lev. 27:32,33).

    Item #7: As Primícias Não São o Mesmo Que os Dízimos

    A falsa premissa é que os dízimos são o mesmo que as primícias.

    As primícias eram uma quantidade muito pequena da primeira colheita e o primogênito era o primeiro nascido dos animais. As primícias eram tão pequenas que cabiam dentro de um canastro de mão (Deut. 26:1-4, 10; Lev. 23:17; Núm. 18:13-17; 2º Crô. 31:5a).

    As primícias e a oferta do primogênito iam diretamente ao templo para o consumo único dos sacerdotes que tinham a obrigação de consumi-las em sua totalidade dentro do templo (Nee. 10:35-37a; Ex. 23:19; 34:26; Deut. 18:4).

    Todo o dízimo levítico ia primeiro às cidades dos levitas, não iam para o templo ou tenda, e certas porções iam ao templo para alimentar tanto aos levitas como aos sacerdotes que ministravam ali por turno (Nee. 10:37b-39; 12:27-29, 44-47; Núm. 18:21-28; 2º Crô. 31:5b). Ainda que os levitas alimentavam-se com o dízimo, os sacerdotes podiam comer também das primícias, das oferendas do primogênito e outras oferendas. Os levitas tinham as funções de: porteiros, guardas, cantores, servidores do templo, tesoureiros, escrivão, entre outras. Ne 10 v39. Ed 2v70 1° Cr v20 e 29. E se eram eles que recebiam os dízimos, quem melhor os representariam hoje? Não seriam os diáconos por direito? Mas não há este mandamento para a igreja de cristo.

    Item #8: A Bíblia Descreve Quatro Diferentes Tipos de Dízimos. Mas as instituições por conveniência so adotaram parte de um, o religioso e que vai para o bolso dos seus lideres.

    A falsa doutrina ignora todos os outros dízimos e enfoca-se numa interpretação errônea do primeiro dízimo religioso. hipocrisia conveniente não é?

    O primeiro dízimo religioso, chamado o “dízimo levítico” tinha duas partes. Novamente, o primeiro dízimo, por inteiro, entregava-se aos levitas que eram somente os servos dos sacerdotes (Núm. 18:21-24; Nee. 10:37). Os levitas, por sua vez, davam uma décima parte de todo o dízimo aos sacerdotes (Núm. 18:25-28; Nee. 10:38). De acordo com Deuteronômio 12 e 14, o segundo dízimo religioso, chamado o “dízimo da festa,” era consumido pelos adoradores nas ruas de Jerusalém durante os três festivais anuais (Deut. 12:1-19; 14:22-26). E de acordo com Deuteronômio 14 e 26, um terceiro dízimo, chamado o “dízimo para os pobres”, guardava-se nos lares em cada terceiro ano para alimentar aos pobres (Deut. 14:28,29; 26:12,13). Mas os cobradores de dízimos nem de longe fazem referencia a este não é? Ademais, de acordo com 1º Samuel 8:14-17, o governante recolhia o primeiro e o melhor dez por cento para o uso político. Durante o tempo de Jesus Roma recolhia o primeiro dez p
    or cento (10%) de quase todo o alimento e o vinte por cento (20%) do fruto das colheitas como seus despojos de vencedor. Alguém pode perguntar-se que vem a ser o que as igrejas estão a tratar de esconder quando escolhem o dízimo religioso que mais lhes convém para seus fins e descartam os outros dois dízimos religiosos importantes.

    Item #9: Jesus, Pedro, Paulo e os Pobres Não Dizimavam! E nenhum outro cristão também não.

    O falso ensino é que todo mundo no Antigo Testamento tinha a obrigação de dar a Deus os dízimos, mentira!!!…

    Os pobres não tinham obrigação alguma de dizimar!hoje Nem pobres nem ricos tem este mandamento. Nenhum dos apóstolos o ensinaram.

    nem ninguém é obrigado por mandamento bíblico a dizimar hoje. e também não se dizimava dos resultados da mão de obra do trabalhador, artesão ou por habilidade alguma. Somente os agricultores e pecuaristas recolhiam o dízimo do que Deus produzia em aumento. Jesus era um carpinteiro; Paulo era um fabricante de tendas e Pedro era um pescador. Nenhum destes labores os qualificava para dizimar porque não cultivavam a terra nem cuidavam do gado para subsistir. Portanto, é incorreto ensinar que todos pagavam rigorosamente ao menos o dízimo e, todavia, que no Novo Pacto os cristãos têm a obrigação de, ao menos, começar com o mínimo do que davam os israelitas no Pacto Antigo. Esta falsa doutrina se repete muito com freqüência e desconhece por completo a definição tão clara do dízimo como alimento recolhido dos produtos do aumento da semeadura ou do aumento do gado.

    Também é um erro ensinar que os pobres de Israel tinham a obrigação de pagar o dízimo. De fato, eles mesmos recebiam o dízimo! Uma grande parte do dízimo da segunda festa e todo o dízimo especial do terceiro ano era para os pobres! Tinha muitas leis que protegiam aos pobres de abuso e de sacrifícios custosos que não podiam custear (veja-se também Lev. 14:21; 25:6, 25-28, 35, 36; 27:8; Deu. 12:1-19; 14:23, 28, 29; 15:7, 8, 11; 24:12, 14, 15, 19, 20; 26:11-13; Mal. 3:5; Mat. 12:1, 2; Marcos 2:23, 24; Lucas 2:22-24; 6:1, 2; 2ª Cor. 8:12-14; 1 Tim. 5:8; Tiago 1:27).hoje são os pobres que são mais explorados. Os trabalhadores que ganham um salário mínimo, e tem que sustentar a família e pagar água luz as vezes aluguel e ainda tem que pagar para ser crente, e ser considerado fiel, e não ser chamado de ladrão, também as viúvas e aposentados. E nenhuma ajuda recebem destas instituições “filantropicas” entidades capitalistas que tiram dos pobres em nome de
    Deus, para enriquecer mais os seus ricos, milionários “pastores” lideres. Seriam estes os gananciosos que Pedro se referiu? 2°Pd 2v3, que fariam dos crentes do senhor um comércio. Serão estes também mercenários Jo 10 v 12. O que é um mercenário?…falando em mercenários, me lembrei também dos astros pregadores e cantores, que de congresso em congresso, de igreja em igreja estão enchendo suas contas bancarias com o dinheiro dos pobres fiéis. Ai eu me lembro de Miq 3 v 11. ( os teus chefes dão as sentenças por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus “profetas” (pregadores e cantores) profetizam por dinheiro.e ainda se apóiam no senhor! Dizendo: o senhor esta conosco.

    Item #10: Com Freqüência o Dízimo Usava-se Como Um Imposto Político.

    O falso ensino é que os dízimos nunca se podem comparar aos impostos ou à taxação.

    Na economia hebraica, o dízimo se usava de uma maneira totalmente diferente do que se prega hoje. Outra vez, os levitas que recebiam todo o dízimo nem sequer eram ministros ou sacerdotes – eram somente os servos dos sacerdotes! Números, capítulo 3 descreve os levitas como carpinteiros, operários em metalúrgica, curtidores e artesãos que cuidavam da manutenção do pequeno santuário. E de acordo com 1º das Crônicas, capítulos 23-26, durante o tempo do rei Davi e do rei Salomão os levitas ainda eram exímios artesãos encarregados da inspeção para dar o visto bom a toda a obra do templo: 24.000 trabalhavam no templo como operários e capatazes; 6.000 eram oficiais e juízes; 4.000 eram guardas e 4.000 eram músicos. Como representantes oficiais do rei, os levitas usavam seus rendimentos do dízimo para cumprir como oficiais, juízes, cobradores de impostos, tesoureiros, guardas do templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1º Crô. 12:23, 26
    ; 23:2-5; 26:29-32; 27:5). A razão pela qual estas formas do uso dos rendimentos do dízimo não se usam como exemplos hoje para a igreja é óbvia.

    Também é importante saber que os dízimos do Pacto Antigo jamais foram usados para a evangelização dos que não eram israelitas. Pois não tinham este objetivo! Veja-se Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais foram recursos para que os levitas ou sacerdotes do Pacto Antigo estabelecessem missão alguma ou movessem a um gentil que fosse a se converter em israelense (Êxo. 23:32; 34:12, 15; Deut. 7:2). O dízimo do Antigo Pacto foi motivado e dado por mandato da lei, e não pelo amor. De fato, durante a maior parte da história de Israel os oráculos de Deus foram os profetas – e não os levitas e sacerdotes que viviam do dízimo.

    Item #11: Os Dízimos Levíticos em Geral Eram Levados às Cidades dos Levitas.

    Falsos mestres querem que pensemos que, tal qual no Antigo Testamento, os dízimos que se levavam ao templo agora devem ser levados para os edifícios da igreja”. E encaminhados aos bolsos dos pastores de pequenas congregações e matrizes das mesmas, como altos salários e outras regalias caras.

    O dízimo “inteiro” NUNCA se levava ao templo! Em realidade, a grande parte dos dízimos levíticos jamais chegava ao templo! Os que ensinam outra coisa ignoram as 48 cidades levíticas e as 24 classes dos levitas e sacerdotes. De acordo com Números 35, Josué 20, 21 e 1º das Crônicas 6, os levitas e sacerdotes viviam em terra emprestada como Jericó e Hebrom que rodeavam as cidades levíticas onde eles lavravam as terras e criavam gado (dizimado). Também é claro, a partir de 2º das Crônicas 31:15-19 e Neemias 10:37, que as pessoas do povo tinham que levar seus dízimos às cidades levíticas. Por quê? Porque ali é onde vivia os 98% dos levitas e sacerdotes com suas famílias a maior parte do tempo. Veja-se também a Josué 20, 21; Núm. 35; 1º das Crônicas 6:48-80; 2º Crônicas 11:13-14; Nee. 12:27-29; 13:10 e Mal. 1:14 para as cidades levíticas.

    Item #12: O Texto do Dízimo Que É Mais Abusado propositalmente é Malaquias 3v10.

    O falso ensino dos dízimos a partir de Malaquias 3 ignora cinco fatos bíblicos importantes: Malaquias cap. 1 v 1, deixa claro que sua mensagem se dirigia ao povo Judeu. E não à Igreja de cristo.

    (1) Malaquias está no contexto do Pacto Antigo e jamais se cita no Novo Pacto para abonar o dízimo (Lev. 27:34; Nee. 10:28, 29; Mal. 3:7; 4:4).

    (2) Em 1:6; 2:1 e 3:1-5 Malaquias claramente dirige-se aos sacerdotes que não têm honradez senão estão sob maldição devido a que tinham roubado as melhores ofertas de Deus.

    (3) Deve-se considerar que os levitas não residiam em Jerusalém onde estava o templo, no entanto o dizimo não ia para o templo, mas para as suas cidades. os

    Levitas viviam em suas cidades e Jerusalém não era uma cidade levítica (Josué 20, 21). O ensino de que os 100% do dízimo eram trazidos ao templo não faz sentido porque a maioria dos levitas e sacerdotes não vivia em Jerusalém. E os dízimos eram para os levitas.

    (4) Em Mal. 3:10-11 os dízimos ainda têm a forma de alimentos (Lev. 27:30-35).

    (5) As 24 classes de levitas e sacerdotes também devem ser levadas em conta. Começando com o rei Davi e Salomão, dividiam-se em 24 famílias. Estas divisões seguiam vigentes durante o tempo de Malaquias segundo o requerido por Esdras e Neemias. Já que só uma família servia no templo por só numa semana ao mesmo tempo, não tinha razão alguma para enviar TODO o dízimo ao templo quando o 98% tinha como finalidade a alimentação dos que ficavam nas cidades levíticas (para as classes se veja 1º das Crôn. capítulos 23-26; 28:13, 21; 2 Crô. 8:14; 23:8; 31:2, 15-19; 35:4, 5, 10; Esdras 6:18; Nee. 11:19, 30; 12:24; 13:9, 10; Lucas 1:5).

    Portanto, ao analisar o contexto das cidades levíticas, as 24 famílias de sacerdotes, os meninos menores de idade, as esposas, Números 18:20-28, 2º das Crônicas 31:15-19, Neemias 10-13, e todo Malaquias, somente como 2% do dízimo normalmente se requeria no templo de Jerusalém. À casa do tesouro, que serviam par alimentar tanto os sacerdotes que ministravam por seu turno, como também aos levitas porteiros guardas cantores, e de demais função. Daí a famosa frase: para que haja mantimento na minha casa..

    Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11 esteve em vigência até que o Pacto Antigo caducou na cruz.e não diz respeito à igreja. Os que escutaram a Malaquias por vontade própria reafirmaram o Pacto Antigo (Nee. 10:28,29). “Maldito o que não confirme as palavras desta lei, pondo-as por obra.” E todo o povo dirá: “Amém.” (Deu. 27:26 citado em Gál. 3:10). Mas Jesus pôs fim à maldição. “Cristo isentou-nos da maldição da lei, feito por nós maldição; (porque está escrito: Maldito qualquer que é pendurado em madeiro)” (Gál. 3:13).

    Hoje as pessoas com rendimentos mais baixos são os que pagam o dizimo em maior quantidade às instituições captalistas( Ministérios) agências rentáveis, as quais tem levados seus lideres adquirirem muita riqueza pessoal. No entanto a maioria dos dizimistas segue na pobreza. pagar o dízimo não é a resposta mágica que substitui a educação, determinação e o árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 deveras funcionasse para os cristãos do Novo Pacto, então os milhões de cristãos pobres que pagam o dízimo talvez já tivessem escapado da pobreza e já seria o grupo mais endinheirado do mundo, em vez de seguir entre o grupo mais pobre. Fora claro os que recebem o dizimo, e com este vivem uma vida regalada recebendo altos salários, que chegam a ser maior que o salário do presidente da republica brasileira,e adquirem muito patrimônio pessoal, Não há prova alguma que a maioria das pessoas pobres que “pagam o dízimo” recebe bênção financeira resultado de pagar o dí
    zimo. As bênçãos do Pacto Antigo não são as bênçãos do Novo Pacto (Heb. 7:18, 19; 8:6-8, 13).

    Item #13: O Novo Testamento Não Ensina o Dízimo. Por isso os defensores da falsa doutrina não usa nenhuma das cartas dos apóstolos, já observaram?…

    A falsa doutrina é que Jesus ensinou o dízimo em Mateus 23:23, o qual segundo dizem eles, é evidente no Novo Testamento.

    O Novo Pacto não começou quando Jesus nasceu, senão quando Ele morreu (Gál. 3:19, 24, 25; 4:4, 5). O dízimo não é ensino para a igreja após a cruz! Quando Jesus falou do dízimo em Mateus 23:23, o “vocês” se referia à obediência judaica à lei do Pacto Antigo o qual o apoiou e endossou até a cruz (veja-se “da lei” em 23:23). Em Mateus 23:2 e 2 (o contexto de 23:23) Jesus disse a seus seguidores judeus que obedecessem aos escribas e fariseus “porque se sentam na cadeira de Moisés”. No entanto, ele não mandou que os gentios que ele curou se apresentassem aos sacerdotes e que obedecessem à lei de Moisés (compare-se com Mat. 5:23, 24 e 8.4). E as igrejas de hoje não arrecadam dízimos das ervas das hortaliças tal como Jesus ordenasse.

    Após a cruz não há nem um texto bíblico que seja, no Novo Testamento, que ensina o dízimo – Ponto! Atos 2:42-47 e 4:32-35 não dão o exemplo do dízimo para o sustento dos líderes da igreja. De acordo com Atos 2:46 os cristãos judeus seguiam adorando no templo. E de acordo a 2:44 e 4:33,34 os dirigentes da igreja compartilhavam por igual com os fiéis do que recebiam (o que não se faz hoje). Finalmente Atos 21:20-25 comprova que os cristãos judeus seguiam observando zelosamente a lei mosaica 30 anos depois – e isso deve ter incluído o dízimo. De outra maneira não os teriam permitido entrar ao templo para adorar. Portanto, qualquer dízimo recolhido pelos primeiros cristãos judeus chegava ao templo e não ia para o apoio da igreja.

    Item #14: O Sacerdócio Limitado do Antigo Pacto Foi Substituído Pelo Sacerdócio de Todos os Crentes.

    O falso ensino é que os bispos e pastores do Novo Testamento seguem a mesma linha do sacerdócio do Velho Testamento, merecendo o dízimo. Mentira! No novo testamento, todos os cristãos são sacerdotes.

    Compare-se Êxodo 19:5,6 com 1ª Pedro 2:9,10. Antes do incidente do bezerro de ouro, a intenção de Deus tinha sido que cada israelita fosse um sacerdote de tal modo que o dízimo jamais se tivesse estabelecido. Os sacerdotes não dizimavam, mas recebiam uma décima parte do primeiro dízimo (Núm. 18:26-28; Nee. 10:37,38).

    A função e o propósito do sacerdócio do Pacto Antigo foram substituídos, não pelos bispos e pastores, senão pelo sacerdócio de todos os crentes. Igualmente a todos os regulamentos da lei, o dízimo era tão só uma sombra provisória até que chegasse Cristo (Efé. 2:14-16; Col. 2:13-17; Heb. 10:1). No Novo Pacto cada crente é feito um sacerdote para com Deus (1 Ped. 2:9, 10; Apo. 1:6; 5:10). E como sacerdote, cada crente oferece sacrifícios a Deus (Heb. 4:16; 10:19-22; 13:15, 16). Portanto, cada ordem que previamente sustentava relação com o antigo sacerdócio foi apagada na cruz. Já que Jesus também não era da tribo de Levi, até ele mesmo não qualificou. Assim, o propósito original do dízimo já não existe (Heb. 7:12-19; Gal. 3:19, 24, 25; 2ª Cor. 3:10-18).

    Item #15: A Igreja do Novo Pacto Nem é Um Edifício Nem é Um Armazém.

    O falso ensino é que no cristianismo os edifícios chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos” substituem o templo do Antigo Testamento como a morada de Deus. Mentira!!…

    A palavra de Deus jamais designa às igrejas do Novo Pacto como “tabernáculos”, “templos” ou “edifícios” nos quais mora Deus! A igreja de Deus, a morada de Deus, está dentro dos crentes. Os crentes “não vão à igreja” – senão que os crentes se “congregam para adorar”. Ademais, já que os sacerdotes do Antigo Testamento não pagavam o dízimo, então não é lógico seguir com essa prática. Portanto, é um erro chamar a um edifício “o armazém de Deus” para os dízimos. (1ª Cor. 3:16, 17; 6:19, 20; Efé. 1:22, 23; 2:21; 4:12-16; Apo. 3:12). Para “o armazém” ou “minha casa” compare-se 1ª Coríntios 16:2 com 2ª Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários séculos, após o calvário, os cristãos nem tinham seus próprios edifícios (para chamá-los armazém) já que o cristianismo era uma religião proibida.

    Item #16: A Igreja Cresce à Medida Que Exerce os Princípios do Novo Pacto.

    O falso ensino implica que os princípios da graça não são tão bons como os princípios da lei no antigo testamento.

    No Novo Pacto:

    (1) De acordo com Gálatas 5:16-23, não há nenhuma lei física que controle o fruto do Espírito.

    (2) 2ª Coríntios 3:10 diz que o Pacto Antigo “não tem glória” quando se compara com a “superabundante” glória e liberdade do Espírito.

    (3) Hebreus 7 é a única menção do dízimo após o calvário e explica a razão pela qual o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de Cristo, porque o primeiro era débil e infrutuoso. Ao estudar Hebreus 7 nota-se uma progressão desde o versículo 5 ao versículo 12 e até ao 19.

    (4) A maneira como se ensina o dízimo hoje manifesta a falência da igreja em crer e atuar sobre os melhores princípios do amor, da graça e da fé. As normas de dar por obrigação não podem, não resultaram e não prosperarão à igreja mais que os princípios guiados pelo amor a Cristo e às almas perdidas (2 Cor. 8:7,8).

    Item #17: A Preferência do Apóstolo Paulo Foi Que os Líderes da Igreja Tivessem Sustento Próprio. Não é honroso trabalhar.

    Não é vergonhoso fazer da obra de Deus uma profiçao?

    O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo. Mentira descarada.

    Como rabino judeu, Paulo se contava entre os que persistiam em trabalhar para seu próprio sustento (Atos 18:3; 1ª Tes. 2:9, 10; 2ª Tes. 3:8-14). Ainda que Paulo não condene aos que podem receber todo o apoio, também não ensina que o apoio financeiro total é a vontade de Deus obrigatória para o avanço do evangelho (1ª Cor. 9:12). De fato, duas vezes, em Atos 20:29-35 como também em 2ª Coríntios 12:14, Paulo urge aos bispos da igreja que trabalhem para prestar apoio aos crentes necessitados da igreja.

    Para Paulo, “viver o evangelho” significava “viver pelos princípios do evangelho de fé, amor e graça” (1ª Cor. 9:14). Ainda que Paulo entendesse que ele tinha certo “direito” a algum apoio, ele concluiu que sua “liberdade” ou o sentir-se livre de pregar sem impedimentos era-lhe mais importante no cumprimento de seu apelo para com Deus (1ª Cor. 9:12, 15; 2ª Cor. 11:7-13; 12:13, 14; 1ª Tes. 2:5, 6). Enquanto trabalhava fabricando tendas, Paulo aceitou um apoio limitado, mas se jactava que seu pagamento ou salário era que ele podia pregar o evangelho voluntariamente, sem ser ônus para outros (1ª Cor. 9:16-19).

    Item #18: O Dízimo Não se tornou mandamento Para a Igreja Até 777 a.D. sendo a igreja católica romana mãe das heresias que o aplicou como mandamento, cristo não o aprova.

    O falso ensino é que a Igreja sempre ensinou o dízimo.(mentira!)

    As primeiras congregações cristãs se formaram seguindo o padrão das sinagogas judaicas dirigidas pelos rabinos que, semelhantes a Paulo, negavam-se a receber rendimentos da pregação e o ensino da Palavra de Deus. Há muitos livros em torno da vida social dos judeus que explicam este detalhe.

    Desde a morte de Cristo até que o cristianismo chegou a ser uma religião com reconhecimento legal, 300 anos depois, a maioria dos grandes líderes da igreja se impôs votos de pobreza. Este é um fato histórico com apoio em documentos históricos! Tomaram literalmente as palavras de Jesus ao jovem rico em Lucas 18:22 “vende tudo o que tens, e dá á os pobres, e terás tesouro no céu; e vem, segue-me”. A maioria dos historiadores da igreja está de acordo queestes primeiros líderes da igreja ao menos pelos primeiros 200 anos trabalhavam em sustento próprio. Um líder cristão não podia dizer a um oficial do censo romano que seu trabalho era de tempo integral na pregação de uma religião “proibida”.

    Clemente de Roma (c95), Justino, o Mártir (c150), Irineu (c150-200) e Tertuliano (c150-200), todos se opunham ao dízimo por ser estritamente uma lei do velho testamento, sendo assim exclusivamente judaica. O Didaquê (c150-200) sancionava aos apóstolos itinerantes que ficavam mais de três dias e depois pediam dinheiro. Os viajantes que decidiam se combinar com eles viam-se obrigados de aprender um ofício. Os que ensinam o dízimo não citam as declarações destes pais da igreja que se opunham ao dízimo.

    Cipriano (200-258) fracassou quando tentou impor o dízimo em Cartago, África do norte, ao redor do 250 a.D. No entanto, quando se converteu, Cipriano entregou sua grande riqueza pessoal aos pobres e tomou um voto de pobreza. E – devemos recordar – suas idéias do dízimo não foram adotadas.

    Quando os mestres do dízimo citam a Ambrósio, Crisóstomo e Agostinho, como os assim chamados “pais da igreja”, por pura conveniência não incluem os primeiros 200 anos da história da igreja. Ainda, depois que o cristianismo foi legalizado, no século quarto, muitos dos grandes líderes espirituais tomaram votos de suma pobreza preferindo viver vida de solteiros em monastérios. Se é que vão citar a estes mestres do dízimo, então a igreja também deve observar o tipo de vida que eles viviam.

    Ainda que estejam em desacordo com seus próprios teólogos, a maioria dos historiadores da igreja escreve que o dízimo não chegou a ser uma doutrina aceita na igreja por mais de 700 anos após a cruz. De acordo com os melhores historiadores e enciclopédias, não foi senão até após 500 anos que o concílio local da igreja de Macón, na França, no ano 585, tentou, sem sucesso, impor dízimo sobre seus membros. Não foi senão a partir do ano 777 que Carlos Magno permitiu que a igreja católica romana, por aval de lei, pudesse recolher os dízimos.

    Tal qual, amigo meu, é a história do dízimo segundo a Enciclopédia Britânica, a Enciclopédia Americana e a Enciclopédia Católica Romana para que todos a leiam. Estes fatos históricos devem servir como prova para qualquer pessoa.

    CONCLUSÃO:

    Na palavra de Deus, o “dízimo” não aparece por si sozinho. É o dízimo dos “ALIMENTOS”. O dízimo bíblico foi limitado dentro de um marco estreito pelo mesmo Deus. O verdadeiro dízimo bíblico sempre teve estas características:

    (1) Somente o que era alimento ou comida;

    (2) Somente da atividade agrícola e pecuária;

    (3) Dado somente por israelitas;

    (4) Por quem somente vivia dentro da terra santa, dentro da fronteira de Israel;

    (5) Somente de acordo com as condições do Pacto Antigo; e

    (6) O aumento somente se podia recolher daquilo que Deus tinha produzido;

    Portanto,

    (1) Objetos que não eram alimento não podiam ser dizimados;

    (2) Animais de caça silvestre e de pesca não podiam ser dizimados;

    (3) Os que não eram israelitas não podiam dizimar;

    (4) Alimento que não fosse da terra santa de Deus não podia ser dizimado;

    (5) Quando já não havia sacerdócio levítico não havia lei, em rigor, que obrigasse o dízimo; e

    (6) O dízimo não provinha do que tinha produzido a mão do homem ou capturado por suas próprias mãos na pesca ou na caçada.

    Sendo assim, esta provado que a lei do dizimo não é um mandamento para a Igreja do senhor, que os que insistem em afirmar que é, esta mentindo, ou equivocado, porem não inocente, afirmo categoricamente que os que aproveitam da ignorância dos servos do senhor, estão pecando contra cristo, ao aproveitar-se dos fiéis leigos, e que incorrerão em juízo. 2 Pd 2 v 3, e Ap 22 v 15. Deus não terá por inocente o culpado. Olhem por suas riquezas e patrimônios, eles testemuinharao contra vocês no dia do julgamento.

  6. Sou cristão a quatro anos fui Espírita kardecista praticante, chegando a frequentar cinco vezes por semana o centro espírita rigorozamente e conhecí as doutrinas falsas do inimigo nas nossas almas, vi que o dízimo eh assunto combatido entre os demonios… O dízimo eh bem pouco comentado na bíblia e requer com certeza um estudo aprofundado da cultura e situação política e religiosa do contexto historico principalmente do velho testamento. Mas veja só: “para que haja mantimento na minha casa”, o mantimento no velho testamento pode sim ser posto na contextualiação historica como alimentos mas hoje se resume a dinheiro que compra quase tudo nessa terra (exceto salvação ae outros bens que só o Senhor pode dar) para audar a “casa de Deus” (a igreja). Vejamos agora num patamar antopropológico atual, nós homens e mulheres gastamos com coisas superfolas e chulas mais de 30% dos nossos salarios segundo pesquisas… Frenquentamos academias e pagamos um valor de media 50 reais para usufruir dos bens do ambente, pagamos um outro valor para se ir ao cinema e assistir um filme que as vezes nem vale a pena. Compramos blusas basicas iguais de marcas simples pelo tripo do valor por causa de uma bandeirinha azul, branca e vermelha e outras. Perfume frances, telefone da maça (Iphone), carros caros pelo status, Bebidas de centenas de reais onde se urina dinheiro que dava pra fazer feira para uma familia e etc… POrquê que não podemos dar somente 10% do nosso ganho para contribuir com a energia da igreja, agua do bebedor, impressões de estudos, na compra de novos instrumentos para o louvor, com a reforma da igreja para maior conforto SEU, na luta contra drogas e pq não no sustento de um pastor que ao invés de trablhar no meio secular como medico, advogado e ganhar tubos, “perde” seu tempo ajudando muilhares de pessoas na igreja todos os dias? Ajuda no ganho de almas para o Senhor? Não quero entrar no merito da obrigatoriedade do dízimo até pq vejo como um erro faltar com ele mas nunca vi falarem numa igreja que leva parra o inferno. Testemunhos comprovam que quem coopera para o dízimo prospera. “eu poderia das aos pobres”, pode sim e deve, mas não deixe de contribuir para a igreja para não ouvir de Deus o mesmo que ele falou para Judas “Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes” (João 12:8)
    Que Deus Abençoe

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